sexta-feira, 31 de julho de 2015
Oi pessoal, hoje então temos mais uma resenha da série Seleção, e vou fazer aquele esquema de escrever o spoiler em branco e se quiser ler é só marcar o texto! Não deixem de conferir as resenhas de A Seleção e A Elite, e de Os contos da Seleção no canal!


Em A Escolha, temos o desfecho da história de América e Maxon, finalmente!

Após o Rei ter deixado América continuar na disputa, ele simplesmente colocou a garota no chão falando das qualidades das outras e destacando seus defeitos, ela resolveu agir, ser mais ofensiva para conquistar o príncipe, por quem ela é apaixonada, sendo que ele agora tem outra favorita.

Em determinado momento, ela decide usar um vestido provocante, vermelho, com fenda, decote atrás e tudo, para seduzir o príncipe e o resultado não é o esperado, a cena é no mínimo cômica, coitada da América!

O rei é um idiota, covarde, cruel, mau, não perde a oportunidade de humilhar Maxon, e não vai deixar ele governar mesmo quando tiver que aposentar, estará sempre tentando manipular o filho. Ele tem uma participação bem maior nesse livro e vemos mais da sua forma de pensar, assim como nos contos.

Segundo Maxon existem dois tipos de rebeldes: os sulistas que querem acabar coma monarquia, são contra tudo que ela prega e matam sem piedade, e os nortistas que não se sabe ao certo o que querem (América suspeita que seja os diários de Gregory Illea), mas geralmente causam apenas estrago.
Finalmente descobrimos o que cada grupo deseja, quem são seus aliados e quem são e é uma surpresa! Mas achei que a questão dos rebeldes ficou no ar no fim, deveria ter uma solução, mas talvez a falta disso seja para ser mais "realista".

Spoiler

Os rebeldes nortistas são comandados por August Illea, um legítimo herdeiro do trono, mas esse não é seu interesse, eles querem Maxon no poder e que as castas sejam destruídas, e apoiam América como a escolhida, apesar de terem uma menina simpatizante dos rebeldes lá dentro, Kriss

Esse livro é o com mais emoção. América é baleada, as meninas ficam todas amigas, uma morre, algumas pessoas importantes morrem por causa dos rebeldes, descobrimos um segredo de uma das meninas e do pai de América, são muitas emoções! 



Spoiler

Gente, tinha que contar pra vocês, no Natal o pai da América morre por causa de um problema no coração, como eu chorei nessa parte! Quando eu tava lendo eu perdi o chão nessa hora, acho que porque eu sou muito próxima do meu pai e me coloquei no lugar dela nessa hora. Ele escreve uma carta para os filhos e fala pra América lutar pelo que ela quer, não se deixar levar pela vida, mas correr atrás do que quer e ela descobre que ele é um rebelde nortista! 


Dá vontade de contar tudo pra vocês, mas não vou falar mais nada, apenas leiam o livro!

Segue abaixo o epílogo extra que a autora escreveu, acho que ele deveria vir no livro, é tão fofo!
Achei ele aqui!


"Meio acordada, me espantei uma pequena cócega em meu ombro. Aconteceu novamente, e eu tentei fazer parar de novo. As cócegas retornaram, deslizando por minhas costas. Não era uma brisa aleatória ou outra pena que tinha escapado do meu travesseiro. Aquilo eram beijos.
Com os olhos ainda fechados, eu sorri para mim mesma quando Maxon afastou uma mecha do meu cabelo a fim de encontrar um novo lugar para beijar. Acordar sentindo a respiração de Maxon em minha pele me lembrou de como nós acabamos presos a estes lençóis no começo.
Eu ri quando sua boca atingiu um ponto sensível no meu pescoço.
- Bom dia, querida - ele sussurrou.
- Bom dia.
- Eu estava pensando, - ele começou, murmurando as palavras colado em meu rosto. - Sendo que é meu aniversário, você não acha que poderíamos passar o dia inteiro na cama?
Eu sorri e forcei meus olhos sonolentos a ficarem abertos. - E quem vai governar o país?
- Ninguém. Deixe-o cair aos pedaços. Enquanto eu tenho minha America em meus braços.
Seu cabelo era uma bagunça perfeita, e ele estava tão quente que até a última partícula do meu corpo não queria nada além do que ficar aqui com ele. Foi completamente fascinante para mim o jeito que o nosso amor cresceu. Eu pensei que tinha encontrado um jeito de lhe dar tudo que eu tinha, mas depois de aprender uma coisa nova, ouvir uma nova história, passar por uma experiência nova, meu coração só se enchia.
- Mas e a festa? Passamos semanas planejando? - eu reclamei.
Ele apoiou a cabeça em sua mão. - Hmm. Ok, vamos dar uma pausa de dez minutos para conferir a festa e voltar logo. - Ele passou os braços em volta de mim, e eu ri quando ele me cobriu de beijos.
Estávamos tão distraídos que nem ouvimos o mordomo abrir a porta.
- Vossa Majestade, temos uma ligação de...
Antes que ele pudesse terminar, Maxon jogou um travesseiro nele, e o mordomo recuou para o corredor, fechando a porta atrás de si. Houve uma pausa antes dele soltar um "Desculpe, senhor", com a voz abafada.
Eu tinha me acostumado com a falta de privacidade, uma vez que se vive no palácio, e, em meio de tantos momentos embaraçosos, este foi um dos melhores. Cobri minha boca, tentando conter o riso, e quando Maxon viu meu sorriso, ele sorriu também.
 - Bem, acho que isso responde à minha pergunta.
Sentei-me para beijar seu rosto e imediatamente senti uma onda de tontura - Oh!
- Você está bem?
- Mmhm - eu murmurei, cobrindo minha boca - Levantei muito rápido.
Ele passou a mão nas minhas costas, e eu me inclinei para ele.
- Que horas a festa começa?
- Seis. Todo mundo está vindo, até a minha mãe.
- Oh, então vai ser realmente uma festa.
Eu o golpeei.
- Você nunca vai esquecer isso? Foi só uma vez.
- Ela dançou na fonte na véspera de Ano Novo, América - disse ele, com uma diversão infantil em seus olhos.
- Foi incrível, e eu nunca vou esquecer isto.
 Eu suspirei. - De qualquer forma, não se atrase. Eu vou me vestir. Vejo você no café da manhã.
- Ok.
Eu puxei o lençol da cama, envolvendo-o em torno de mim. Ele deitou-se e ficou me olhando ir.
- De todos seus vestidos, este é o meu favorito.
Mordi o lábio enquanto dava uma última olhada nele antes de abrir a porta que dava para a minha suíte. Não havia nenhum jeito de ter o suficiente dele para mim.
Mary estava esperando por mim, é claro. Ela estava acostumada a me ver andar de volta do quarto do Maxon ou observá-lo por trás da porta, mas toda vez que ela me pegava ela sorria.
- Bom dia, Vossa Majestade - ela me cumprimentou com uma reverência - Teve uma boa noite?
- Tire esse sorriso do seu rosto! - eu a provoquei, jogando o lençol nela e correndo para o banheiro.
Eu estava preocupada com o corte do meu vestido, mas se encaixava de uma forma espetacular. Cabeças se viraram quando entrei para a festa, e eu tentei aceitar a atenção graciosamente. Mesmo depois de dois anos de casamento, sendo o centro das atenções, ainda estava tentando me acostumar totalmente.
May correu para meu lado.
- Você está radiante, Ames!
- Obrigada. Você cuida muito bem de você mesma!
Eu toquei um de seus cachos perfeitamente penteados e fiquei maravilhada com o quão bem que minha irmã havia se ajustado à vida real. Não que eu tivesse ficado surpresa. Ela sempre foi encantadora e maravilhosa, e quase que instantaneamente quando ela se mudou para Angeles, May tornou-se queridinha da mídia. Enquanto muitas fotos minhas seriam impressas amanhã, haveriam o dobro de May.
- Você está se sentindo bem? - ela perguntou.
- Só um pouco distraída. Vá se divertir. Eu preciso ter certeza de que tudo está funcionando perfeitamente.
- Me divertir? Estou dentro.
Ela saiu correndo, acenando para as pessoas que eu tinha certeza que ela nem conhecia, toda contente. A festa estava em pleno andamento até agora, e parecia que os convidados estavam se divertindo. A decoração era simples, a iluminação era adorável, e os músicos estavam fazendo um excelente trabalho. Eu esperava que Maxon ficasse satisfeito.
Eu caminhei pelo salão, provando alguns canapés no caminho. Nenhum dos alimentos pareciam extremamente atraente, no entanto. Os favoritos do Maxon, não eram exatamente os meus, eu só tinha que esperar que todo mundo tivesse gostando do cardápio.
Estiquei-me na ponta dos pés, examinando o salão. Se Maxon tivesse me escutado, ele deveria estar por aqui agora. Eu não o encontrei, mas vi Marlee. Ela correu assim que me viu, deixando Carter falando com alguns dos guardas.
- A festa está incrível, América - ela emocionou-se, beijando minha bochecha.
- Obrigada. Estou tentando achar Maxon. Você o viu?
Ela virou-se para mim - Eu o vi entrar, mas não tenho ideia de onde ele possa estar agora.
- Hmm. Eu vou ter que ir atrás dele. Como está Kile? Ela sorriu animadamente.
- Bem. Estou tentando me acostumar a deixar uma babá colocá-lo para dormir.
Kile tinha um pouco mais de um ano de idade, e Marlee simplesmente o adorava, assim como eu. Ele era o único homem que passava grande tempo no Salão das Mulheres sem pedir permissão.
- Eu tenho certeza de que ele está bem, Marlee. E vai ser bom passar um tempo sozinha com Carter. Ela assentiu com a cabeça.
- Você está certa. Nós dois estamos nos divertindo muito. Mas espera para ver. É difícil deixá-los, mesmo que por pouco tempo. Eu sorri.
- Eu posso imaginar. Vá, e desfrute da comida. Vejo você mais tarde.
- Tudo bem - ela me deu outro beijo e foi até Carter.
Eu rodei pelo salão, procurando o meu marido. Quando finalmente o vi, meu coração se iluminou. Não simplesmente porque eu estava feliz em encontrá-lo, mas porque ele estava falando com Aspen.
Aspen tinha se livrado das muletas, mas havia momentos que ele ainda mancava, especialmente se ficava cansado. Nós todos considerávamos um milagre ele ter se curado tão bem, mas se alguém poderia se recuperar por pura determinação, esse alguém era Aspen.
Eles pareciam estar em uma conversa profunda, e eu me aproximei, chegando por trás deles.
- O primeiro ano foi difícil? Muitas pessoas dizem que é, mas vocês dois parecem ter tirado de letra - disse Aspen.
Ele e Lucy tinham planejado se casar não muito tempo depois de Maxon e eu, mas quando seu pai ficou doente, foi tudo colocado em espera. Ele finalmente se recuperou, mas mesmo depois disso Aspen rastejava sua perna mais do que precisava. Eu suspeitava que ele estava com medo de que Lucy mudasse sua mente, e eu me sentia culpada por isso. Eles eram tão perfeitos um para o outro, ele nunca precisou ter dúvidas. E quando eles finalmente iriam juntar os trapos, eu estava tão feliz quanto no dia do meu próprio casamento.
Maxon suspirou.
- É difícil dizer. Eu não acho que o casamento foi a parte difícil, e sim os deveres. Era muita coisa pedir para ela assumir o papel de rainha, quando mal se acostumava com a ideia de ser princesa.
- Vocês brigam?
- Você está brincando? Nós somos os melhores nisso - ele e Aspen compartilharam uma risada.
Eu queria estar ofendida, mas era verdade, nós éramos bons em discutir. Ainda assim, tínhamos melhorados muito nisso.
- Eu não sei porque sinto que isso seja um negócio tão grande - Aspen disse deixando seu riso desaparecer.
- Nós queremos casar há tanto tempo. Porque isso parece tão assustador agora que nós estamos casados?
- É o título - Maxon tomou um gole de champanhe - É assustador ser um marido. Parece que não há mais nada a perder. Eu me preocupo mais com esse título, do que com ser chamado de rei, facilmente.
- Sério?
- Sério.
Aspen estava quieto, considerando isso.
- Escute - Maxon começou - Eu não estou chutando você, ou algo do tipo. Você sempre será bem-vindo aqui. Mas talvez você e Lucy precisem do seu próprio espaço.
- O que? Tipo uma casa?
- Olhe ao seu redor. Leve Lucy com você e veja se vocês encontram um lugar que gostem, que sintam como algo que possam trabalhar em conjunto. Fazer uma vida juntos pode ser mais fácil se vocês tiverem algo que é realmente de vocês.
- Marlee e Carter estão muito bem aqui.
- Eles são um casal diferente.
Aspen olhou para baixo, e eu podia ver que ele sentia como se tivesse falhado. Maxon bateu em suas costas.
- Eu não confio em muitas pessoas do jeito que confio em você. Você já fez muito por mim e pela América. Basta ir olhar. Veja se há algo lá fora que vocês dois realmente amem, e se houver, considere como um presente nosso.
- É seu aniversário. Você deveria ser o único a receber presentes - Aspen protestou, mas havia um sorriso no rosto o tempo todo.
- Eu tenho tudo que eu quero. Um país em ascensão, um casamento feliz, e bons amigos, senhor.
Aspen levantou o copo com um sorriso, e eles beberam. Pisquei e lágrimas felizes escaparam tocando Maxon em seu ombro.
Ele se virou e abriu um arrasador sorriso.
- Aí está você, minha querida.
- Feliz aniversário.
- Obrigado. Esta é realmente a melhor festa que eu já tive.
- Você fez tudo muito bem Meri - Aspen acrescentou.
- Obrigada a ambos - virei para Maxon.
- Eu preciso te roubar um pouco.
- Claro. Nós conversamos mais depois - Maxon prometeu a Aspen, e me seguiu pelo salão.
- Assim - eu o instrui, puxando seus braços.
- Perfeito - ele disse enquanto caminhávamos para o jardim - Um descanso na loucura.
Eu ri, colocando minha cabeça em seu ombro. Sem instrução, ele nos levou para o nosso banco, e nós sentamos, ele encarou a floresta e eu de frente para o palácio.
- Champanhe? - ele ofereceu, aproximando o copo.
- Não obrigada. Ele tomou um gole e suspirou satisfeito.
- Esta foi uma escolha maravilhosa. Sério, América, este foi o melhor aniversário que eu poderia ter tido. Bem, o segundo melhor. Eu ainda teria gostado da opção que te dei esta manhã. Eu sorri.
- Talvez ano que vem.
- Eu vou aguardar por isto. Eu respirei profundamente.
- Olha, eu sei que temos uma noite inteira pela frente, mas eu queria te dar seu presente de aniversário.
- Oh, minha querida, você não precisa me dar nada. Cada dia com você é um presente - ele se inclinou e me beijou.
- Bem, eu não tinha planejado te dar esse presente, mas então algo se apresentou e bem aqui estamos.
- Tudo bem, então - disse ele, colocando o copo no chão - Estou pronto. Cadê?
- Esse é o único problema - eu comecei. Senti minhas mãos começar a tremer - Não vai chegar até uns sete ou oito meses.
Ele sorriu, mas olhou de soslaio.
- Oito meses? O que no mundo poderia demorar...
Suas palavras sumiram assim como seus olhos, deixando meu rosto e fazendo o caminho para minha barriga. Ele parecia esperar que estivesse diferente, grande como uma casa já. Mas eu tinha feito o meu melhor para esconder tudo: o cansaço, a náusea, a aversão repentina de algumas comidas.
Ele me olhou mais e mais, e eu esperava que ele fosse sorrir ou saltar para cima e para baixo. Mas ele ficou lá, congelado até o ponto que ele começou a me assustar.
- Maxon? - eu estendi minha mão e toquei sua perna - Maxon, está tudo bem?
Ele balançou a cabeça, ainda olhando para minha barriga. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava.
- Não é notável? De repente eu te amo cem vezes mais - ele disse - E eu achava que não era possível amar uma pessoa que eu nem conhecia - ele finalmente olhou para mim - Vamos mesmo ter um bebê?
- Sim - eu suspirei, respirando fundo também.
Seus olhos se iluminaram - É um menino ou menina?
- É muito cedo para dizer, - eu disse entre lágrimas de felicidade. - Não há muito que o médico possa dizer, exceto que há alguém aqui.
Maxon colocou suavemente a mão em minha barriga.
- Vamos encurtar os seus dias de trabalho, é claro, ou podemos cortá-los completamente se for preciso. E podemos ter mais empregados à disposição.
- Não seja bobo. Mary e Paige são o suficiente. Além disso, você sabe que minha mãe vai querer estar aqui, e Marlee e May também estarão presentes. Eu vou ter muitas pessoas cuidando de mim.
- Assim como deve ser.
Eu joguei minha cabeça para trás e ri, mas quando eu olhei para ele novamente, eu vi sua expressar mudar.
- E se eu for como ele América? E se eu for um péssimo pai?
- Maxon Schreave, isso é impossível! Se tem uma coisa que você vai ser é generoso. Teremos que contratar uma babá rigorosa para amenizar isso. Ele sorriu.
- Sem babás rigorosas. Apenas babás felizes.
- Se você diz, meu Majestoso Marido. Maxon limpou a garganta e enxugou as lágrimas.
- Estou assumindo que este é nosso segredo?
- Por enquanto. Ele abriu um grande sorriso.
- Por tudo isso, agora eu definitivamente sinto que temos que comemorar.

Ele me pegou, e me levou apressadamente para dentro, enquanto eu não conseguia parar de rir. Olhei para sua expressão, tão esperançoso e animado, e eu sabia que estávamos apenas começando a melhor parte de nossas vidas."

Então é isso pessoal, não percam a resenha dos contos, comentem aí sobre os livros, se vocês já leram ou querem ler!
Beijos

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